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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

D.N.A - OLHARES DE UMA PERIFÉRIA-




D.N.A BRASIL
OLHARES NA PERIFÉRIA BRASILEIRA

Se a fotografia é apenas um recurso a ser utilizado na comunicação da experiência humana, então ela serve para refletir, emocionar, provocar, construir ou destruir. Sua função, como a de toda arte, é dizer que não estamos sós, que não estamos alheios, (mortos), ou que não estamos prontos. Na sua evolução, o ser humano tem-se usado da arte para mais evoluir, compreender e enfrentar melhor o absurdo deste mundo. Também é para isso que serve a fotografia, não pode ser usada apenas para decorar uma parede ou um álbum com imagens jogado em uma gaveta ou armário.
No circo da pobreza os artistas são favelados, onde no circo pobre não há lona nem picadeiro, não tem arte nem tem atores, mas tem espetáculo. O dramático espetáculo da miséria, abandono e indiferenças. São fotografias que não servem exatamente para mostrar, mas sim para sugerir uma mudança e a sugestão, às vezes é capaz de chocar.
Imaginação urbana um olhar periférico mostra duas grandes ideologia capital e trabalho que dividem o mundo, são capaz de produzir uma absurda fronteira, ao seccionar o mesmo país, seccionam também famílias, dividam a língua, as casas, as ruas, as fronteiras de uma cidade torna uma terra de ninguém. Este e um trabalho documental em uma periferia onde tem seu grande paradoxo das imagens podem confirmar a amarga falência de uma civilização (falta de emprego), nas fotografias, o absurdo e o terror que rodeiam as periferias brasileiras (violência e discriminação) sem os contos de fadas, e a lona colorida de um circo real, os rostos são coloridos e marcados pelas decepções e fracassos da estrada da vida..isso e BRASIL.

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